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Sei que tudo é feito de tudo e de nada.
E com esta frase começo o meu texto. São exactamente 4:18AM, e sei muito bem que amanhã tenho de ir pra faculdade às 2PM. A margem de manobra é pequeníssima visto que tenho de dormir pelo menos 8 horas para passar o dia nas mais perfeitas condições. A verdade é que ir dormir não é comigo.. e acordar também não, o que parece ser um contra-senso, mas que no entanto é bem real. Raios parta eu que vivo cheio de contradições. Quero ser rico e não tenho cunhas, para ser rico sem cunhas teria de trabalhar muito.. para trabalhar muito teria de dormir bem de modo a desempenhar da melhor forma as minhas funções, mas como não gosto de ir dormir nem de acordar, torna o dia muito mais pequeno e muito menos proveitoso. As aulas de álgebra (que são quase sempre as primeiras do dia) são a prova. O raio do dia não estica. Quando acho que dormir é perder tempo e que existe tanta coisa boa para se fazer em vez disso, as horas já vão pra lá das 2 da manhã. Depois, e como por magia, passo a achar que dormir é mesmo bom, e que não há nada por mais importante que seja que me tire da cama.. Essa magia acontece durante o sono, e quando é para acordar já estou completamente enfeitiçado com este pensamento. De modos que, e completando o raciocínio, não vou ser rico por causa da minha maneira de ver o “sono”.
Mas não é so nisto que eu sou cheio de contradições. Eu queria dizer-vos outra contradições mas ao mesmo tempo não quero!! Raios pá.. vá vou dizer: Não afinal não vou dizer. Já é tarde e tenho de ir perder um pouco mais de tempo a olhar pro nada para amanha acordar fresquinho cheio de sono. Fresquinho cheio de sono Diogo? Mas isso não é uma contradição? Não Diogo, não é uma contradição. Fresquinho porque amanhã estará realmente frio.. cheio de sono porque realmente vou ficar mais umas horas a olhar pro nada. Porra Diogo, tenho de ser eu a explicar-te tudo?
Comentando a actualidade:
Portugal apurou-se para o Europeu, que se lixem os críticos de Scolari. Com ele fomos até onde nunca tínhamos ido sem ser nos tempos de Eusébio. E para já, nunca houve ninguém que defendesse tanto o Quaresma como o mister Scolari.
Ta a dar o Curto Circuito repetido. E eu agradeço a esse grande clube desportivo que é a Sic por encher as minhas noites com programa de tão grande qualidade quando comparado com “Quando o telefone toca”.
O Benfica ganhou à Académica por 3-1, pelo que felicito esse grande canal de televisão.
Estou a ouvir o Pedro Abrunhosa a cantar. Não é uma piada, ele canta mesmo. Ou será que fala? Secalhar fala com música de fundo..
O lenços Renova são os mais fininhos para não irritar as orelhas.
Os cotonetes do Pingo Doce são os mais fofinhos para não magoar o nariz.
Mudando de assunto…

Mas isto é assunto de jeito Diogo? Porra raios parta!!
Eu não quero dar ideias de comida não-saudável aqui no quiosque. Mas lá vai ter de ser.

É que estas batatinhas são deliciosas. Eu que não me importo pevas se as coisas têm gordura ou não, o facto delas terem menos 40% só abona em favor destas maravilhas. Bem menos enjoativas e bem mais saborosas que as normais.
No entanto, nunca até hoje houveram batatas fritas que conseguissem ultrapassar o vício que são as pringles.

Não sei a sua composição. Nem quero saber!!! Estas batatas são do mais viciante que há nesta vida. Come-se uma, come-se outra.. e o raio das batatas vão-nos saltando para a mão todas a dizer “Come-me!!! Come-me!!!”. Ou pelo menos é isto que imagino quando estou sob o efeito viciante destas amarelinhas. Mas atenção: NADA COMO AS ORIGINAIS!!! Nem ousem experimentar as outras, cheias de sabores a pickles, peixe espada, sardinha assada, cócó. Não, estas não prestam. As originais é que são boas. São facilmente reconhecidas pela sua embalagem vermelha que pode ser confundida pela vermelha acastanhada. Mas não se deixem enganar, que essas são de cócó e não são tão saborosas como as primeiras.
Songza dá nome a um site cheio de música para dar. Abram o browser, digitem www.songza.com e desfrutem de toda a música que quiserem.
É um mundo. Procurei por uma música nada conhecida e ele encontrou até varias versões diferentes da faixa. Só por isso acho que já merece atenção. E depois a possibilidade de a conseguir ouvir sem ter de abrir mais nada, com uma interface bem simples ainda são uns extras valiosos. Acho que encontrámos então sucessor ao Pandora, site muito parecido com este, que foi suspendido ao utilizadores que não vivam nos EUA. Simplesmente porque não respeitava os direitos de autor. Por isso, usem e abusem desta ferramenta antes que venham os senhores fiscais fechar esta maravilha do mundo.

Andava eu a vaguear pelas noticias da actualidade, quando me deparo com um artigo muito interessante. À 35 anos atrás a NASA enviou uma sonda “livre” com o objectivo de estudar o nosso sistema solar e todos os seus planetas. Iniciando a sua viagem por Marte, passando pelo circulo de asteróides que se segue, a Pioneer 10 transmitiu informações inéditas sobre Júpiter e Plutão, até deixar e emitir sinais a 22 de Janeiro de 2003.
Neste momento esta pequena menina encontra-se perdida no espaço já bem fora do nosso sistema solar. Foi também muito importante no estudo dos limites do nossa galáxia.
No seu último contacto, a Pioneer 10 estava a 12,2 mil milhões de quilómetros da Terra, cerca de 82 vezes a distância entre esta e o Sol. Foi a única nave humana a passar por Plutão.
Na sua última missão, a nave explorou as regiões mais distantes do Sol, tendo estudado a composição dos ventos solares e dos raios cósmicos que entram na porção solar da Via Láctea, até terminar a sua missão científica em 31 de Março de 1997.
Depois dessa missão, a nave limitou-se a enviar fracos sinais, que acabaram por se extinguir no início de 2003. O que faz dela uma nave fantasma a vaguear por esse Universo fora.
Uma coisa interessantíssima por saber sobre esta máquina, é que ela leva consigo uma placa de alumínio anodizado dourado, na qual se pode ver um homem e uma mulher gravados, a localização da terra e a data do início da emissão. Isto para o caso de outras vidas inteligentes a apanharem.
É sem dúvida, umas das noticias mais interessantes que li nos último tempos. Não fosse o meu hobbie, ler sobre coisas do espaço e do universo.
As cores são bonitas, simpáticas à primeira vista. Mas nem sempre transmitem aquilo que parece.
Andava farto do stress das cores. Do reboliço que é a falta de paz e organização do arco-íris. Preciso de me sentir bem com o meu blog, e com todo o seu interface. Este visual é bem mais calmo e organizado, no entanto não sei se me apetece tê-lo como definitivo. Talvez vá mexer mais nisto até encontrar “aquele”.
Por isso, não se assustem quando visitarem o blog. Não, não se enganaram no link.
Ontem foi um dia muito produtivo no que respeita a não fazer nada. Apeteceu-me ir dar um passeio pelo centro comercial mais próximo e aproveitei para ir ao cinema.
Vi “Elizabeth”, um filme histórico que retrata uma das maiores rainhas de Inglaterra. O filme está muito bom, mas este não é o meu género cinemático preferido.. por isso apanhei assim uma dose de “seca”
. Mas desenganem-se, o filme está muito bom dentro daquilo a que se destina.
Aproveito então para vos deixar o trailer:
Ontem foi também dia de ir procurar pela música do filme Stardust. Adorei quando a ouvi no fim do filme, ainda dentro da sala de cinema. A música tem tudo a ver com o filme, foram feitos um para o outro.
Take That – Rule the world
Já agora, e para não quebrar o vento musical que paira por este post, deixo-vos com uma música que descobri através do youtube. Tanto o videoclip como a sonoridade em si estão excelentes.
Carpark North – Human
Quote do dia:
“A friend to all is a friend to none.”
Aristotle
É só de mim ou as palavras estão gastas?
Desde sempre consegui expressar os meus estados de espirito, os meus sentimentos saíam sem dificuldade para uma folha de papel. Escrevia textos e mais textos sobre tudo o que tinha para dizer ao mundo, mas que só eu lia. Hoje é diferente.. Cresci, aprendi a escrever melhor, estou mais culto e inteligente. Hoje compreendo de melhor forma tudo o que me rodeia. Hoje, não consigo expressar-me.
Sou só eu? Porra, tanta coisa para dizer.. e quando chega a hora da verdade, a hora do depoimento com vista a ser publicado.. nada parece fazer sentido nas frases escritas. Não existem mensagens nas palavras.. não existe aquele espírito que conseguia incluir em todos os meus textos.
Certo dia de aulas, a professora de português do meu 11º ano disse à turma para escrever um texto sobre o que nos apetecesse. Eu escrevi uma história qualquer sobre uma rapariga desconhecida que apareceu na praia, vinda do oceano. Não tive tempo de acabar o raio do romance, e quando tocou para sair, entreguei a folha com a história incompleta. No dia seguinte, no principio da aula, a professora disse que havia uma pessoa com muito talento na turma. Ela referia-se a mim. Pediu-me para ir ler o meu texto à frente de toda a turma. Como eu, toda a turma percebeu que o meu texto ficou incompleto.. não fazia qualquer sentido uma história acabar com: “Ela chamava-se Teresa.”. No entanto, ninguém comentou (eu incluido) esse facto e continuamos a aula. No fim, a senhora pergunta-me se eu tinha tempo para ela falar comigo. “Com todo o gosto.” digo eu num tom de lambe botas. Ela diz-me que eu podia aproveitar as minhas capacidades e escolher um curso de Literatura quando fosse tempo de ir para a faculdade. Disse-me que o texto transmitia muito mais do que aquilo que parecia, que tinha compreendido a minha mensagem, e que o fim era algo de excepcional so ao alcance de alguns profissionais.
O raio do texto ficou a meio, aquilo não era um fim!!! Transmitia mais do que aquilo que parecia? É que eu não quis transmitir nenhuma mensagem subliminar.. e compreendeu a minha mensagem? Então foi a única, porque nem eu consegui la espetar nenhuma mensagem a não ser: “Uma rapariga apareceu no meio da praia, vinda do oceano e chamava-se Teresa.” O texto ocupava 1 página e meia, e podia ser apenas resumida nisto! Era dos piores textos escritos no planeta, com montes e montes de descrições parvas como: “A areia da praia era amarela”.. e vem-me dizer que aquilo é uma obra-prima?
Hoje, que tento escrever obras-primas, cheias de mensagens escondidas e com fins realmente interessantes.. o que me sai são frases sem um espírito. Não passam de palavras soltas, que apenas têm como significado, aquele que se encontra num dicionário.
Terei de voltar a deixar os textos a meio?
Bem.. depois de uma história realmente secante, que ninguém leu até ao fim.. procurando por um parágrafo com o pensamento: “Porra quando é que ele muda de assunto? Se não encontrar um parágrafo em 5 segundos, fecho a página!”. Altoo aí, cá está, o belo do parágrafo
.
Como eu dizia, depois desta história linda cheia e emoção, mudo de assunto e é aqui que as surpresas acontecem.
Não me tenho baldado a uma única aula da faculdade. E não é que resulta mesmo? Hoje, até já consegui fazer 1 exercício dos 50 que o stor de Análise Matemática mete no quadro!!! Estou finalmente a ficar responsável. Até já começo a estudar uma semana antes dos testes.
Mas o triste disto tudo, é que não chega. Pelo menos neste curso… Ir a todas as aulas é o mesmo que ir a nenhuma. Porque quando se vai fica-se a apanhar do ar! Completamente! E estudar uma semana antes de um teste, é o mesmo que tentar ler o dicionário da lingua portuguesa em 5 minutos. Ou seja, não nos vai servir de nada! Aqui, temos de estudar quase todos os dias ou arriscamos a ficar com o semestre todo para trás, que é o que me vai acontecer.. Outra vez..
Enfim.. hei-de ficar ainda mais responsável para o ano, e talvez aí, comece a conseguir ler dicionários em 5 minutos.
Mais um parágrafo.
Desta feita para dizer que vou dormir dentro de poucos minutos. O sono apodera-se dos dedos, o que faz com que comece a escrever realmente devagar. O raciocinio, esse, já quase inexistente.. consegue ser ainda mais lento que os dedos tornando a missão destes mais facilitada.
Vou inaugurar a “Quote do dia” no blog. Aqui fica a de hoje:
“It’s not that I’m so smart, it’s just that I stay with problems longer.”
Albert Einstein
Mas com características bem especiais.
Quero um livro que seja bem filosófico, que retrate o mundo como sendo uma criação. Que nos dê uma imagem bem intelectual mas ao mesmo tempo simples de como foi criado o Universo. Uma teoria… Uma imaginação..
Adoro pensar e imaginar o exacto momento anterior ao da criação de tudo. Num momento, não havia nada, noutro passou a haver tudo. Imaginem.. Estamos numa dimensão, será que existem outras? Dimensões essas que nem sequer conseguimos imaginar. Nós conhecemos a matéria.. Tudo é um composto químico/físico, e tudo tem uma explicação, a água é H2O e pronto!! Imagino como serão as outras dimensões. Mesmo sabendo que não consigo imaginar, vou tentar faze-lo. Imagino vazio, em que nós somos apenas nada. Sabemos que existimos, pensamos, mas olhamos para nós e não vemos nada! Imaginem-se saber que existem e não conseguirem olhar para vocês.. porque não conseguem mesmo, porque nem sequer têm esse sentido, a visão. Simplesmente sabem que existem, mas não ouvem, não vêem, não cheiram. Sabem que existe outros assim, e comunicam apenas pelo pensamento. Conseguem-se imaginar num mundo assim? Em que nada existe.. nem mesmo vocês existem.. apesar de saberem que há algo em vós. É uma dimensão… diferente da nossa. Esses, provavelmente não conseguem imaginar a nossa dimensão.. por ser tão distante da deles. Eles, nem sabem o que é existir!
Existe algum livro que fale destas coisas? Que tente explicar de forma simples (sem fórmulas) o que originou a criação do existente? Eu sei que sobre esta matéria, ninguém tem certezas de nada, porque é impossível comprovar estas coisas. Sim e tal o Big Bang. Mas então, o que originou esse acontecimento? Gazes, partículas! E como raio apareceram essas partículas?
Quero um livro que fale de tudo isto, e muito mais
Nem que seja num modelo criativo e imaginativo. Gosto de teorias
Algumas recomendações?

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