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Das máscaras que usamos para agradar a quem gostamos..
Das pessoas que se fecham e não se deixam tocar,
De me deixar tocar e sair magoado..
De ser o que não sou para não perder quem gosto..
Estou farto de me magoar por me entregar por completo..
Eu só quero viver preenchendo o coração de alguém e ser preenchido… mas torna-se impossível de o fazer quando o alvo não se deixa preencher e fecha-se naquilo que é. Sinto-me vazio, sem alegria, sem amor. Um filme toca-me, uma música, um espectáculo, uma foto, uma pintura.. mas porque é que as pessoas se fecham tanto ao ponto de não tocarem em ninguém? Quero viver sem medo de ser quem sou, sem medo de me entregar por completo… Onde existem pessoas com a mesmo opinião? Onde?
Vivam!! Entreguem-se. Deitem para fora o que sentem, não guardem!!!
Preciso de me libertar, de gritar e deixar sair os meus sentimentos de raiva para com a máscara que tenho. Eu sou o que sou e quero se-lo. Mas é impossível quando existem olhares fechados, à espera de julgar e reprovar os outros.
Por favor, deitem para fora os vossos sentimentos, porque andar a desmascarar todas as pessoas que se conhece à procura da personalidade escondida de cada é quase impossível.
MATER dá nome a uma alquimia da transformação. É assim que começa a breve descrição no panfleto de MATER, um espectáculo da companhia de dança Amalgama.
Confesso que fui para o Palácio da Pena com uma perspectiva completamente diferente do que aquilo que encontrei. Esperava dança, jogos de luz, ritmo frenético, um palco, uma sala. Encontrei amor, fé, segredos, tesouros, chaves, natureza, etc, etc ,etc. Tantos etc para quê? Porque saí de lá com muitos outros sentimentos indescritíveis do ponto de vista literal. A música ligava-se à natureza e ao vento de forma subtil, a dança.. essa.. dançava com as nossas emoções de forma nada subtil. Pareceu tudo encaixar-se, até o frio que nos fez estar mais abertos ao mundo criado. Damos por nós num mundo diferente.. diferente do que vivemos, diferente do que sentimos, diferente do que idealizamos.
Se esperam algo imaginável, podem esperar sentados.. MATER é impossível de imaginar. Não acredito que uma única pessoa que tenha visto o espectáculo pela primeira vez tenha conseguido imaginá-lo antes de o ver.
Parabéns ao meu amigo Pascoal e a todos os artistas que interpretaram, criaram e participaram neste espectáculo. São momentos como estes que nos fazem crescer, mudar, transformar… tal como na alquimia.
Estou de férias, e como tal sem nada para fazer… O tempo passa e damos por nós a pensar em tudo o que somos, o que não somos, no Universo, como tudo começou, etc etc etc.
Vi um filme, de nome Contact, que vale pelo seu fim e nos faz pensar no que somos dentro de todo um Universo. Ora aqui vai os meus pensamentos:
Ora bem, a ciência não explica mas eu acredito em dimensões (universos) bem diferentes do nosso, onde a noção de matéria, espaço, tempo são completamente diferentes.. digo mesmo, impossíveis de imaginar para nós. Quando digo impossíveis digo mesmo que nunca na vida nos vai passar pela cabeça. Pois bem, nós temos o nosso universo.. e se para quem está noutro Universo, nós formos apenas uma migalha de pó que desaparece em 1 segundo? Para nós vivemos 70 anos, e o Universo é infinito.. noutra dimensão não passa de segundos e o nosso Universo é uma migalha de pão.
Imaginem estarem perante um portal para outra dimensão, entrarem nele para outro Universo, ficarem lá certa de 1 dia.. e quando regressam à vossa dimensão apenas passou 2 segundos. Imaginem o contrário. Imaginem que entraram no portal apenas 1 minuto e quando voltaram todas as pessoas que gostavam já estavam mortas e enterradas à mais de 100 anos.
A ciência nem sequer prevê isto, porque iria abalar e muito as suas teorias… será a ciência assim tão diferente da religião que faz exactamente o mesmo a tudo o que ameaça as suas teorias?
Somos seres explicados de forma científica? Claro que sim.. mas ninguém pode dizer que não somos também espirituais. Se o disserem, estão a afirmar que somos meras fórmulas matemáticas preparadas para reagir de tal forma em determinada situação.. recuso-me a pensar que seja isso, sou mais que isso.. não sou um cérebro, não sou um coração, sou algo que não se pode explicar nem nunca a ciência vai conseguir dar uma razão para a minha existência.
Em forma de conclusão, acredito que existam dimensões bem diferentes da nossa, dimensões essas que é para nós impossível imaginar.. talvez por isso os “lol’s” e gozos quando se fala nisto.. “nahhh, isso não existe.. achas mesmo” lol digo eu, como a mente de algumas pessoas é tão fechada que só acredita naquilo que vê e naquilo que conhece.. sendo assim os nossos antepassados bem podiam ter ficado parados no tempo.. acreditando apenas no que vissem.. ou seja, havia a terra, a lua, e depois um espaço azul sem nada. Felizmente continuam a haver pessoas que têm uma menta mais aberta de forma a dar-nos a conhecer o que existe para além do que vemos e do que acreditamos. Mentes cépticas que se recusam a acreditar no bizarro e naquilo que não conseguem imaginar são as que nunca poderão descobrir algo de novo para além do imaginável. Quem imaginaria em tempos que o Universo era infinito? Agora quase toda a gente acredita nisso como um dado adquirido.. e não foi graças aos cépticos concerteza.. que provavelmente diriam nessa altura: “infinito? Isso não existe não sejam burros”. Dei este exemplo como poderia dar outro qualquer..
Quanto a espíritos, bruxedos, seja o que for.. muita coisa é inventada com interesses.. outras obras da nossa imaginação que se parecem reais, e se calhar outras que acontecem mesmo. Uma coisa é certa, tal como muitos também sou céptico neste aspecto, e não me vale a pena ver 10001 testemunhos de pessoas que viram e presenciaram alguns acontecimentos deste tipo, porque para mim, só vou acreditar quando for EU a presenciar um acontecimentos desses, e nessa altura… ninguém acreditará em mim a não ser eu… os cépticos vão continuar a ser cépticos e eu irei jurar a pés juntos o que vi, para que não me vejam como um maluco.
Se é verdade que, nos meus princípios, é uma autêntica perda de tempo tentar viver uma vida além da nossa.. não posso deixar de me surpreender com este programa que faz maravilhas.
Hoje lá decidi ir testar esta segunda vida. Estava eu, muito divertido a falar com os meus novos amigos virtuais, dançando ao som de um bom Dj, numa das melhores discotecas virtuais do planeta.. quando recebo um convite bem estranho que não lembra nem à Ministra da Educação. O Convite não era nada mais nada menos que, assistir a um espectáculo de campanha do António Costa (PS) à Câmara de Lisboa. Bem, ciente de que estava numa segunda vida sabia que seria, com certeza, alguma imitação/brincadeira por parte da comunidade portuguesa. Lá fui todo contente participar nesta “pseudo-campanha”, quando dou de caras com um grande palco, cheio de cartazes de António Costa, com artigos muito bem escritos sobre a sua campanha, e ainda uns tais de “Nigga Poison” a actuar no palco. “Isto está mesmo bem feito” pensei eu.. pus o meu boneco a dançar e não é que o boneco do palco (provável vocalista dos Nigga Poison) começa a falar em português e bom som? “Méquie pessoal do Second Life, estamos aqui para apoiar o António Costa a Lisboa… vamos curtir o som”. Começava a ficar com dúvidas.. uma comunidade portuguesa, bem pouco evoluída, com bandas reais a actuar virtualmente? Fui-me informar ao google, e com as palavras chave “António Costa Second Life” chego à conclusão que era mesmo verdade: Vejam a notícia. Afinal era tudo verdade e o Second Life passou a Real Life. Bem mais surpreendido com este mundo, onde existem pessoas que fazem a sua loja de roupa e ganham rios de dinheiro virtual que trocam por dinheiro real a vender roupa virtual.. começo-me a aperceber o porquê de haver tanta gente neste meio.
Decidindo voltar à realidade deixo-vos um screen da minha aventura pela segunda vida.
No seguimento da troca de comentários que houve no Blog da Marta, outra pessoa (Anónima) se meteu ao barulho depois da minha segunda resposta à Marta.
Se olham para estes textos todos e pensam com razão: “Epah, isto é muito grande, não tenho paciência para ler.. ainda por cima vindo de uns desconhecidos que pensam que sabem” eu contraponho que interessa REALMENTE ler e comentar. É um assunto excelente e muito interessante… fica aqui o apelo, deixem a preguiça.
Cá vamos nós, eu respondi ao último comentário da Marta assim (não se esqueçam de ler o início da discussão no post anterior):
De Diogo Pereira a 11 de Julho de 2007 às 00:49
Sobre a luta entre a ciência e a religião.. aconselho-te vivamente a ler “Anjos e Demónios” de Dan Brown. Pelo que vejo interessas-te por estes assuntos tal como eu, e por isso adorei o livro, principalmente o início que faz um grande resumo daquilo que é a rivalidade entre a ciência e a religião. Rivalidade essa que já dura umas grandes centenas de anos.
Bem.. a ciência realmente o que diz, é que existe explicação EXACTA para tudo. Por, para a ciência, a nossas reacções são exactas de acordo com o nosso código genético (seja o que for), e nisso não posso concordar.
Como dizes, os nossos falhanços ou vitórias são feitos por nós mesmos. Será mesmo? O factor sorte, o factor azar.. como nasceram? Se tudo é exacto, como é possível que haver uma probabilidade? Uma coisa que é provável nunca é exacta.. porque é isso mesmo, PROVÁVEL. Bem a ciência tem muitas contradições.. mas isso é normal acontecer em qualquer área.
Se pesquisares um pouco, vais ver que os maiores cientistas do mundo, não só foram cientistas como religiosos.. acreditavam que a ciência era um complemento da religião e vice-versa. Mais uma vez o “Anjos e Demónios” conta isso e muito bem (Vais adorar ler, se ainda não leste claro). Ou seja, acredito piamente que chegará a uma altura em que é impossível haver mais respostas da parte da ciência.. esta é tão limitada como exacta! A religião é tão boa como mentirosa.. faz-nos acreditar que existe alguém superior a nós mas ao mesmo tempo dispara mentiras atrás de mentiras comprovadas pela ciência.
Quantas vezes já nos aconteceu ouvir coisas do tipo: “Doente recuperou de uma doença que os médicos davam como certa como terminal. Médicos não encontram resposta para o sucedido”.
Tendo isto, apenas conseguimos tirar uma conclusão.. tanto a religião como a ciência ainda têm muito para aprender. E a nós resta-nos viver, tendo fé e ao mesmo tempo acreditando nas provas que a ciência nos dá.
- Entretanto meteu-se um “A” na conversa com todo o direito:
De a a 11 de Julho de 2007 às 01:08
” a ciência realmente o que diz, é que existe explicação EXACTA para tudo”
a ciência não diz que existe explicação exacta para tudo!
Exemplos são a teoria cinético-molecular que recorre aos métodos estatísticos e o gato de Schrödinger que não é morto nem vivo…
“que os maiores cientistas do mundo, não só foram cientistas como religiosos”
alguns sim, outros não, e depois?
“Quantas vezes já nos aconteceu ouvir coisas do tipo: “Doente recuperou de uma doença que os médicos davam como certa como terminal. Médicos não encontram resposta para o sucedido”. “
Quando o doente quer viver, a medicina não é capaz de “ajudar”![]()
- Confessando não ter resposta para a tal “teoria cinético-molecular” respondi:
De Diogo Pereira a 11 de Julho de 2007 às 01:24
“a ciência não diz que existe explicação exacta para tudo!
Exemplos são a teoria cinético-molecular que recorre aos métodos estatísticos e o gato de Schrödinger que não é morto nem vivo…”O gato de Schrödinger ou é morto ou é vivo.
Schrödinger apenas tentou mostrar o quanto a mecânica quântica está incompleta. Ou acreditas em mortos-vivos? É que a ciência não, apenas está incompleta nesse ponto.. e como disse no comentário anterior, seja religião, ciência, ainda há muito por descobrir e completar.“alguns sim, outros não, e depois?”
E depois o que? Apenas citei este caso para fundamentar a minha ideia, de que a Religião e Ciência se podem completar.
“Quando o doente quer viver, a medicina não é capaz de “ajudar”.”
Sinceramente não percebi o que queres dizer com isto.
Bem, a discussão está feita e apenas queria publicar. Acho deveras interessante esta troca de argumentos entre mim e a blogger de O Blog da Marta.. é realmente aquilo que se pode chamar de uma discussão pela qual dá gosto fazer parte
Ora aqui vai:
- O post príncipal onde tudo começou
Acabei de ler um artigo na revista super interessante deste mês intitulado “programados para acreditar”.
É um artigo bastante interessante para todos os que se consideram ateus, revela os estudos que têm sido feitos para descobrir se acreditar em Deus é algo que está nos nossos genes e está previsto geneticamente… Ao que parece já se descobriram algumas substâncias que estão sempre presentes aquando esses míticos encontros com Deus. E há mesmo um cientista que diz ter descoberto o gene de Deus, que nos programa ou não para a fé.Pessoalmente não acredito, fui educada no meio cristão, sem grandes fervores e extremismos, mas sempre foi uma coisa presente cá em casa, desde cedo duvidei e com o aprofundar da minha (pouca) cultura cientifica as dúvidas desapareceram e a crença foi-se, considerei Deus como algo estipulado pela sociedade para explicar o que não tem explicação, mas para mim tudo tem explicação e o que não tem a ciência um dia arranjará… Não critico nem condeno quem crê, mas eu não creio. Sinceramente não me espanta esta busca pela razão de acreditar em algo transcendente, tal como eu disse se não há coisas inexplicáveis, portanto estes senhores não estão a fazer mais do que encontrar essa mesma explicação. Para já é algo muito frágil, mas eu acredito que haverá uma explicação cientifica e neurológica para a existência de Deus e isso vai abalar bastante todos os credos, poderosa como a igreja ainda é hoje em dia acho que em breve haverá mais uns quantos livros no index e mais umas quantas tentativas de silenciar estes “infiéis” veremos o que o futuro nos reserva.
Gostava que deixassem a vossa opinião sobre o assunto.
Obrigado
publicado por Marta Santos às 23:34
- Ao qual eu comentei:
De Diogo Pereira a 10 de Julho de 2007 às 17:39
Bem.. bom post e desde já parabéns pelo blog (só tive conhecimento dele hoje).
Deus está nos genes? Não faço a mínima ideia se sim, ou se não.. Mas acredito que se ninguém acreditasse nele seríamos bem diferentes do que somos hoje. Ora vejamos, Deus foi criado, fantasiado, visto, ou imaginado como alguém, ou alguma coisa, que deu explicação a tudo o que a ciência não conseguía dar. E essa é a principal razão pela qual ele entrou na vida da humanidade. Mesmo os que se dizem ateus, mesmo os que conscientemente dizem não acreditar em algo muito acima de nós, têm, na minha opinião, fé em algo que lhes pode mudar a vida, ajudar etc etc.
Não acredito que um ateu, não peça a um ser divino (ou lá o que seja) uma ajudinha quando as coisas correm mal. Prefiro continuar a acreditar em algo mais para além da ciência. Permite-me sonhar, fantasiar, imaginar… permite-me pensar no universo como algo misterioso, permite-me ter fé em algo que não uma ciência exacta.
Quem é ateu, pensa nos humanos e nos animais como formulas matemáticas, os sentimentos não passam de formulas matemáticas.. a fé não passa de uma formula matemática. Os ateus vêm-nos como algo exacto, sem qualquer ponta de intervenção do divino. Por isso, quem apenas acredita na ciência.. bem pode reagir de forma programada, e ver-nos como programas… que eu continuo na minha. NÃO SOU UMA FORMULA MATEMÁTICA, sou bem mais que isso, sou um humano.. algo que a ciência nunca conseguirá explicar.É referido por todos os cientistas, por todos os físicos, é consenso mundial, que é impossível criar matéria do nada, sendo assim quem criou a primeira matéria? Se a religião se contradiz (e muito) a ciência também. Por um lado não acredita na existência de um criador.. por outro diz-nos que é impossível criar alguma coisa que seja do nada. Então como passou o nada a ser tudo? Por obra de quem? Das duas uma.. ou foi um milagre, e a ciência perde e a religião ganha, ou afinal é possível criar-se matéria do nada, e a ciência perde e a religião também perde.
A ciência neste caso parece-me perder sempre..
- Ela respondeu:
De Marta Santos a 10 de Julho de 2007 às 18:20
É assim os cientistas nem sempre são ateus, e a ciência não defende abertamente a inexistência de Deus, a tua posição é bastante interessante, eu pessoalmente gosto de acreditar que só dependo de mim e que não há uma qualquer entidade divina a meter o nariz na minha vida… Assim os meus sucessos são só meus e os meus fracassos apenas a mim poderão ser atribuídas as suas responsabilidades, o que nem sempre é bom às vezes é bom ter alguém em quem depositar as nossas culpas para nos descartarmos delas… A ciência e a Religião não ganham nem perdem pelo simples motivo que a ciência não compete com a religião, a ciência baseia-se em factos reais dá provas do que apresenta, e apenas isso, a religião essa sim luta contra a ciência porque esta prova o contrário daquilo que esta diz, mas a religião nem sempre tem este aspecto negativo da ignorância, ignorância sim, não se ofendam, mas livros como os de Galileu e a Origem das espécies de Darwin estiveram ou ainda estão no index, portanto ignorância. A religião quando usada moderadamente pode instituir às pessoas valores de bondade e respeito mútuo, mas tem muitas e graves falhas, como a discriminação os extremismos que levam ao terrorismo… Tínhamos aqui pano para mangas…
É assim eu creio na ciência mas nós não somos fórmulas matemáticas, somos algo maravilhoso e fascinante que muitos e muitos anos de evolução conseguíram construir… Acho que essa visão das fórmulas matemáticas não é uma visão correcta que deves ter sobre a ciência, esta não fez e faz mais que racionalizar o mundo, mas isso não lhe tira de todo o encanto que sempre teve…
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GREEN |
You are a very calm and contemplative person. Others are drawn to your peaceful, nurturing nature.
Marca qualquer um, este guitarrista de 16 anos que compõe as suas música e as dá a conhecer pelo youtube. É fenomenal o que ele consegue fazer com este instrumento.
Vejam no primeiro video uma réplica de Canon de JerryC na minha opinião ainda melhor que o original.
No segundo video deixo-vos uma das músicas escritas por ele, You, é qualquer coisa de fenomenal.
No terceiro video podem ouvir Whisful Thinking com um solo no fim de bradar aos céus… Mesmo que não gostem de guitarra, é impossível não gostar do seu talento.

Confesso que comprei o bilhete para este filme com aquele pensamento de quem já vai preparado para um blockbuster. Não me apetecia de todo ver mais uma Guerra dos Mundos, mais um Piratas das Caraíbas, não me apetecia ver um filme daqueles que nos faz olhar para as horas e verificar que já estamos ali à algum tempo com pouco proveito do mesmo.
Ora o que aconteceu foi tudo menos isso! Felizmente ao fim de 144 minutos dei por mim com uma satisfação do tempo e dinheiro bem gastos.
O humor, a acção, os grandiosos efeitos especiais e até mesmo a emoção (pelo nosso querido robot amarelo) estão presentes num filme que apelido de blockbuster dos últimos anos (mesmo antes de ver os simpsons). Este filme tem tudo o que é preciso para não se tornar enfadonho.. mesmo tendo como realizador Michael Bay que é perito em “enfadonhar” filmes, neste caso “enfadonhou” muito bem. Apesar da luta final parecer interminável, é com agradado que vemos milhões e milhões de um orçamento de sonho a passar pelos nossos olhos com explosões, ondas magnéticas frenéticas, carros que se transformam em robots, e ainda tempo para um romance dos mais improváveis..
Mesmo não sendo um grande fan dos Transformers, adorei o filme e aconselho vivamente a toda a gente que goste de entretenimento.
É que Transformers é o entretenimento, não em pessoa, mas em filme.


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